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Sobre

Nascido em 7 de setembro de 1958 em Campinas, Luis Yabiku é economista, pós-graduado em Gestão Pública pela PUC–Campinas, vereador licenciado e atual secretário municipal de Trabalho e Renda de Campinas desde janeiro de 2017. Foi reeleito vereador em 2016 com 3.332 votos. É o seu quinto mandato no parlamento campineiro.

Yabiku iniciou a sua trajetória na vida pública em 1996, quando foi eleito, pela primeira vez, vereador por Campinas com uma expressiva votação (6.380 votos). Em 2002, estreou como candidato a deputado estadual e quase venceu com 30.106 votos.

Voltou a conquistar uma vaga na Câmara de Campinas nas eleições de 2004, quando obteve 6.710 votos. Foi novamente reeleito vereador em 2008. No pleito de 2012 ficou suplente e assumiu o cargo em 2015 na vaga deixada pelo titular que saiu para assumir uma cadeira na Câmara Federal.

Lei das Ciclovias

De autoria do vereador Luis Yabiku, a Lei 13.288/08 que implantou o Sistema Cicloviário de Campinas, também conhecida como Lei Yabike, vem se tornando realidade. Com oito obras já entregues (avenidas Mackenzie, Norte-Sul, Baden Powell, Barão Geraldo, Nova Aparecida, Thedureto e Almeida Camargo, Whashington Luiz e Campo Grande), o plano prevê a construção de quase 200 quilômetros de vias para circulação de bicicletas por toda a cidade.

Preocupado com a crescente onda de violência que atinge os ciclistas, Luis Yabíku teve uma lei de sua autoria aprovada em dezembro de 2015, que implantou o Sistema Municipal de Prevenção ao Roubo, ao Furto e ao comércio ilegal de bicicletas em Campinas. A lei prevê um cadastro municipal de bikes recuperadas, além de obrigar a emissão de notas fiscais de compra com o número de série do produto adquirido. O projeto foi elaborado com a colaboração de cicloativistas.

Bancos

Graças a diversas iniciativas do vereador Luis Yabiku, os usuários do sistema bancário de Campinas desfrutam hoje de mais conforto no interior das agências com sanitários, bebedouros e guarda-volumes. A chamada saidinha de banco, uma ação criminosa que visa roubar pessoas, principalmente as mais idosas, na saída das agências, também foi inibida graças a uma Lei de Yabíku que proibiu o uso de celular no interior das agências, tática que era usada pelos bandidos para combinar os ataques, principalmente em dias de pagamento de aposentados e pensionistas.

Jovem Aprendiz

Yabíku também é um grande incentivador da Lei do Jovem Aprendiz, um programa federal que disciplina a contratação de jovens e adolescentes no mercado de trabalho. Yabiku é autor da lei que criou o selo de empresa Amiga do Aprendiz e a que instituiu o Dia Municipal do Adolescente Aprendiz, instrumentos criados para incentivar as empresas a cumprirem a Lei do Jovem Aprendiz, dando oportunidade de trabalho e aprendizagem.

Na Secretaria Municipal de Trabalho e Renda, Luis Yabiku implantou o programa Primeiro Emprego: Aprendiz Campinas, uma iniciativa da Prefeitura de Campinas, que se tornou protagonista no encaminhamento correto de jovens para o mercado de trabalho.

Lei do Celular

Yabíku ficou mundialmente conhecido por ser autor da primeira lei que proíbe o uso de celular em cinemas, teatros, salas de aula e bibliotecas. Por conta disso, em janeiro de 2001, ele foi o único brasileiro citado na revista norte-americana Newsweek, entre as melhores frases do ano. A frase selecionada foi “As pessoas que não conseguem se desligar do mundo por apenas duas horas merecem a nossa piedade”, em referência à lei que proíbe o uso de celular de sua autoria.

Trajetória pessoal e profissional

Nascido em 7 de setembro de 1958, em Campinas, Luis Yabiku é casado com Letícia e tem dois filhos, Otávio e Fabio. É agente fiscal de rendas aposentado do Estado de São Paulo. Foi aprovado no concurso público de 1986. Foi diretor regional da Afresp (Associação dos Agentes Fiscais de Rendas do Estado de São Paulo). Foi secretário de Urbanismo de Campinas, onde combateu as irregularidades nos empreendimentos e agilizou os processos.

Batizado em A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias aos 20 anos, Yabíku foi missionário durante dois anos em tempo integral. Encerrada a missão, dedicou-se aos estudos e trabalhou como corretor de seguros antes de ser aprovado em concurso público para agente fiscal de rendas de SP.